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Fotos: Cannes a preto e branco
O glamour e o prestígio do Festival de Cannes são imagens de marca do certame. Por estes dias, a nata da indústria do entretenimento está por lá. Nós olhamos para ela de uma forma diferente...a preto e branco.
Até ao dia 27 de maio serão muitas as estrelas a passar por Cannes para mais um festival de cinema. Apesar do certame ser palco para alguns dos mais aguardados filmes de prestigiados realizadores, é também uma montra para glamour. O SAPO recua no tempo e olha para as imagens do festival ao jeito da velha Hollywood, a preto e branco. Cannes a preto e branco
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e-Cinema: «e-Cinema»: A ditadura de Sacha Baron Cohen ataca todos
Ele despejou cinzas em cima de Ryan Seacrest e raptou Martin Scorsese. Sacha Baron Cohen fez de tudo para promover o seu mais recente filme, «O Ditador». E chamou mesmo a atenção.
O General Almirante Aladeen (Sacha Baron Cohen) é um dos mais excêntricos e egocêntricos ditadores que o mundo já viu. A sua indestrutível barba, o seu dinheiro e os seus próprios Jogos Olímpicos dão-lhe fama em todo o mundo. Mas quando surgem novidades acerca do seu programa secreto nuclear, Aladeen atrai a atenção internacional. Depois de uma tentativa de assassinato a que escapa, Aladeen encontra-se sozinho e sem dinheiro nas ruas de Nova Iorque. «O Ditador» acompanha as aventuras de Aladeen na luta para recuperar o poder. Fora de circuito, assistimos a filmes de Stanley Donen na Cinemateca. Nos memoráveis, recordamos o «massacre» de Borat no supermercado.
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Festival: Sacha Baron Cohen vai de camelo a Cannes e...cai
O humorista Sacha Baron Cohen é mestre em provocar o inesperado. Desta vez, durante uma sessão fotográfica de promoção ao filme «O Ditador» no Festival de Cannes, foi ele o surpreendido ao cair do camelo em que montava.
Galeria No filme «O Ditador», que estreia a partir de amanhã nos cinemas de todo o mundo, há uma cena em que o protagonista, Sacha Baron Cohen, desfila por Nova Iorque montado num camelo, na pele do General Aladeen, ditador da nação de Wadiya. No Festival de Cannes, durante uma sessão fotográfica de promoção do filme, Cohen quisfazer o mesmo número mas nem tudo correu bem. Em frente ao luxuoso Carlton Hotel, o humorista montou no camelo só que se desequilibrou e caiu para trás, provocando a reação imediata dos fotógrafos presentes. No início, segundo o «Hollywood Reporter», houve rumores de que o ator planeava montar o camelo durante um curto trajeto, mas a imprevisibilidade do comportamento do animal terá levado a que se optasse por mantê-lo num mesmo sítio, onde o ator montou nele e de seguida, após o desequilíbrio, desmontou e conduziu o quadrupede até uma mesa na «brasserie» Le Voilier, onde se sentou a tomar café, antes de visitar a loja de Ralph Lauren, que ajudou a patrocinar o evento. Fotos: AFP
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Festival: Festival de Cannes arranca hoje, com Marilyn Monroe como madrinha
A 65ª edição do Festival de Cinema de Cannes começa hoje, em França, à sombra da imagem iconográfica da atriz Marilyn Monroe, e a cidade transforma-se na Meca do glamour e do cinema.
É assim que a agência France Press descreve agora a cidade da costa azul francesa, porque muita coisa acontece no festival para lá das estreias mundiais. O festival, que se associa aos 50 anos da morte da atriz Marilyn Monroe, abre hoje em tom de comédia, com «Moonrise Kingdom», de Wes Anderson, que conta com Bruce Willis, Edward Norton, Bill Murray e Frances McDormand. Em Cannes são esperadas várias estrelas de cinema, como Brad Pitt, a propósito do filme «Killing them softly», Kristen Stewart, por causa de «On the Road», Sean Penn, que dará um jantar a favor do Haiti, e Robert Pattinson, por «Cosmopolis», de David Cronenberg. «Cosmopolis», produzido por Paulo Branco, é um dos filmes aguardados no festival e, por conta dele, em Cannes, vão estar os portugueses Dead Combo, que atuarão no dia 25, na festa da estreia mundial da longa-metragem. A competir pela Palma de Ouro estão ainda vários realizadores premiados, entre os quais Michael Haneke, que apresenta «Amour», com Jean-Louis Trintignant, Isabelle Huppert e Rita Blanco, no elenco, Abbas Kiarostami, Ken Loach e Cristian Mungiu. Kiarostami competirá com «Like Someone in Love», Ken Loach, com «The Angel's Share», e o romeno Cristian Mungiu, com «Beyond the Hills». A seleção motivou um grupo feminista a acusar a direção do festival de sexismo, por não terem sido incluídas realizadoras na competição. Thierry Frémaux, da organização do festival, viu-se obrigado a justificar as escolhas e a alertar que o problema da discrepância entre homens e mulheres na realização não se resume a Cannes, mas à produção internacional no seu conjunto. O júri da secção principal será presidido pelo realizador italiano Nanni Moretti. Nesta edição, o Brasil terá uma presença reforçada com o realizador Walter Salles, na competição oficial, com o documentário «A Música segundo Tom Jobim», de Nelson Pereira dos Santos, e com as participações dos realizadores Carlos Diegues, Ruy Guerra e Eduardo Coutinho. Na Quinzena dos Realizadores, evento paralelo ao festival, será exibida a curta-metragem «Os Vivos também Choram», do realizador lusodescendente Basil da Cunha, protagonizada por José Pedro Gomes. Basil da Cunha, filho de pai português e mãe suíça, volta a ser selecionado depois de ter participado na Quinzena dos Realizadores em 2011, com «Nuvem». Na semana da crítica, outro dos eventos paralelos, o júri das curtas-metragens é presidido pelo realizador português João Pedro Rodrigues. À margem do festival, mas aproveitando todas as atenções que estarão centradas em Cannes, será exibido, na cidade, no dia 24, o filme «O Cônsul de Bordéus», de Francisco Manso e João Correa, sobre a vida do Aristides de Sousa Mendes. O encerramento do festival, no dia 27, será com o filme «Thérèse D.», do realizador francês Claude Miller, que morreu em abril.
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Entrevista: Os efeitos da greve de sexo, segundo Radu Mihaileanu
Após o enorme êxito de «O Concerto», o franco-romeno Radu Mihaileanu conseguiu um sucesso ainda mais improvável com «A Fonte das Mulheres», que já estreou em Portugal. O SAPO esteve à conversa com o cineasta.
O cinema francês continua de vento em popa, com o ano de 2011 a ter sido alvo de três fenómenos singulares e inesperados de bilheteira no hexágono, três fitas a que, devido aos seus próprios temas, ninguém augurava qualquer tipo de êxito de público: «O Artista», «Amigos Improváveis» e «A Fonte das Mulheres», este último agora em exibição em Portugal. Totalmente falado em árabe, que alguns dos atores aprenderam para poder fazer o filme, «A Fonte das Mulheres» decorre numa pequena aldeia muito pobre algures entre o Norte de África e o Médio Oriente, em que as mulheres sofrem os maiores riscos físicos para irem buscar água a uma fonte longínqua, muitas delas abortando devido às quedas provocadas pelo caminho pedregoso. A solução, numa aldeia onde até já há telemóveis, passa pelo desafio mais radical de todos: fazer greve de sexo até os homens, que praticamente não trabalham, arranjarem uma forma alternativa de fazer chegar água àquele local. Radu Mihaileanu, um cineasta romeno que tem feito a sua carreira em França, foi aqui buscar inspiração a uma historia antiga passada na Turquia, e serviu-se dela para reflectir nos extremismos de várias cores e origens, nas múltiplas leituras do Corão, na importância da educação e na própria condição feminina. Contra todas as probabilidades, conseguiu mais um impotante sucesso de bilheteira, numa carreira que tem sido dominada por eles, nomeadamente «Vai e Vive» e «O Concerto».
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Boxoffice: «Os Vingadores» continua a dizimar recordes de bilheteira
«Os Vingadores» acaba de bater o recorde de «Avatar» como o filme que mais faturou no segundo fim-de-semana em cartaz nos EUA, com 103 milhões de dólares contra os 75 da fita de James Cameron.
Após estabelecer o recorde de 200,3 milhões de dólares faturados no fim-de-semana de estreia no mercado norte-americano, «Os Vingadores» acaba de esmagar outro recorde: o dos resultados de bilheteira no segundo fim-de-semana em cartaz, em que caiu apenas cerca de 50% (muito pouco, em relação à frequência média nas salas do país), arrecadando 103 milhões de dólares, mais 28 milhões que o anterior recordista do mesmo período, «Avatar», que conseguira 75,6 milhões. Segundo o site BoxOffice Mojo, «Os Vingadores» bateu também «O Cavaleiro das Trevas» na menor queda de valores no segundo fim-de-semana para um filme que abriu com mais de 120 milhões de dólares, batendo ainda o recorde da fita a atingir mais rapidamente os 300 e os 350 milhões de dólares, e os das receitas mais elevadas no oitavo, nono e décimo dia em cartaz. Com uma receita total 373,2 milhões de dólares, «Os Vingadores», ao 10º dia em exibição, é já o 18º filme que mais faturou em receitas brutas, e preparara-se para escalar rapidamente a tabela nos dias que se seguem. Ainda segundo o BoxOffice Mojo, fora dos EUA, em que estreou uma semana antes que no próprio país, a fita chegou aos mil milhões de dólares no 19º dia em exibição, empatando assim com «Avatar» e «Harry Potter e os Talismãs da Morte - Parte 2». É atualmente o 11º filme que mais faturou em receitas brutas fora dos EUA, e também aqui se prepara para chegar raidamente aos lugares cimeiros. Bob Iger, o responsável pela Disney, que produziu o filme, já dosse que «estamos obviamente encantados com o sucesso global de «Os Vingadores». É um filme fantástico e um franchise extraordinário que continuará a apresentar grandes histórias e personagens cativantes nos próximos anos».
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Vídeo: «Sombras da Escuridão»: As reações na antestreia
Pela oitava vez, Johnny Depp encabeça um projeto realizado por Tim Burton. Desta vez é a adaptação da série televisiva «Dark Shadows», com o ator a fazer o papel de um vampiro. O recolheu as primeiras impressões na antestreia em Lisboa.
Duas décadas depois de ter chegado à América, Barbanas tem o mundo a seus pés ou pelo menos a cidade de Collinsport, no Maine. O mestre da mansão Collinwood, Barnabas, é rico, poderoso e um playboy inveterado. Até que comete o grave erro de partir o coração a Angelique Bouchard. Uma bruxa, em todos os sentidos da palavra, Angelique amaldiçoa-o com um destino pior que a morte: torna-o num vampiro e enterra-o vivo. Dois séculos depois, Barbabas é inadvertidamente libertado do seu túmulo e emerge num mundo muito diferente do seu, no ano 1972. Ele regressa à mansão Collinwood e descobre que a outrora grandiosa mansão caíu em ruína. Os restantes membros da disfuncional família Collins saíram-se um pouco melhor, cada um escondendo os seus próprios segredos obscuros. A matriarca Elizabeth Collins Stoddard chamou para viver consigo a psiquiatra Dr. Julia Hoffman para a ajudar com a sua problemática família. Também residem na mansão o irmão de Elizabeth, Roger Collins,a sua filha adolescente rebelde Carolyn Stoddard e o precioso filho de 10 anos de Roger, David Collin.
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Em produção: Joaquim Leitão começa rodagem de novo fime no domingo
O realizador Joaquim Leitão inicia no domingo a rodagem de uma nova longa-metragem, intitulada «Quarta Divisão», sobre o desaparecimento de uma criança de um colégio privado, informou a produtora MGN Filmes.
A rodagem prolongar-se-á até 22 de junho e decorrerá em Lisboa, Santarém, Óbidos e na ilha de São Miguel, nos Açores, disse à Lusa fonte da produção. «O filme conta a história de Martim, uma criança de nove anos, que um dia desaparece do colégio privado onde estuda. A polícia monta uma grande operação de busca por toda a cidade para o encontrar. Todas as hipóteses são possíveis: O que aconteceu?», diz a produtora na sinopse do filme. Do elenco fazem parte Carla Chambel, Cristina Câmara, Sabri Lucas, Paulo Pires, Adriano Luz, Martim Barbeiro, Filipe Vargas e João Baptista. Fonte da produção escusou-se a indicar a autoria do argumento desta longa-metragem. O filme conta com 700 mil euros de apoio financeiro do Instituto do Cinema e Audiovisual, no âmbito dos programas de 2010. Joaquim Leitão, 55 anos, é o realizador de filmes como «Adão e Eva» (1995), «Inferno» (1999), «20,13» (2006) e «A Esperança está onde Menos se Espera» (2009). Foto: Mario Cruz/Lusa
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